<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><title>Mozilla on Absurdos Estocásticos</title><link>https://ipassos.codeberg.page/tags/mozilla/</link><description>Recent content in Mozilla on Absurdos Estocásticos</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Fri, 25 Sep 2026 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://ipassos.codeberg.page/tags/mozilla/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Cápsula #0002 — Não falta futuro: a campanha da Mozilla contra o realismo de plataforma</title><link>https://ipassos.codeberg.page/posts/2026-09-25-capsula-2/</link><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://ipassos.codeberg.page/posts/2026-09-25-capsula-2/</guid><description>&lt;p>&lt;strong>Início da Cápsula #0002&lt;/strong>&lt;/p>
&lt;p>Essa semana a Fundação Mozilla lançou uma campanha publicitária contra a classe bilionária da tecnologia&lt;sup id="fnref:1">&lt;a href="#fn:1" class="footnote-ref" role="doc-noteref">1&lt;/a>&lt;/sup> — e eu estou nela. Um dos pôsteres, colado em paredes de Nova York, me coloca ao lado de Mark Zuckerberg: ele constrói óculos que vigiam e facilita que tarados e abusadores cometam mais crimes. Por outro lado, eu construo inteligência artificial local para expor violência no Brasil, projeto em parceria com o Instituto Fogo Cruzado&lt;sup id="fnref:2">&lt;a href="#fn:2" class="footnote-ref" role="doc-noteref">2&lt;/a>&lt;/sup>. Escrevo sobre a campanha não como analista neutra, mas como sujeito da peça — e é exatamente dessa posição dupla, de quem faz parte do objeto que analisa, que este texto parte.&lt;/p></description></item></channel></rss>